Um recente estudo realizado pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, usou 30 corredores em passadeiras e um modelo biomecânico para estudar as relação das forças de impacto com a cadência da passada.

Os corredores estabeleceram como base a passada normal e usaram uma cadência menor (a 90%) e outra maior (a 110%), tendo as forças medidas por meio do modelo biomecânico. Os investigadores identificaram, a partir dos testes, que as forças que incidem sobre os tendões do glúteo, da patelae sobre o músculo solear são até 11% menores quando a corrida acontece em uma cadência maior (a 110%).

A explicação sugerida – a partir dos dado do modelo biomecânico – é que o principal fator envolvido na minimização da dor, é a flexão máxima dos joelhos, e não a força do embate entre o chão e do joelho. Dessa forma, um passo mais rápido resulta em menos impacto devido ao modo como o joelho se dobra.

Dados empíricos sobre a cadencia de passada ideal já tinham sido apresentados pelo consagrado Jack Daniels

No seu livro “The Running Formula”, o treinador americano, após estudo da cadencia de passada dos atletas mais rápidos, chegou à conclusão que a passada praticada pelos atletas de elite ronda os 180-200 passos por minuto. Mais concluiu que a cadencia era independente da velocidade. 

Aqui fica um pequeno video sobre o assunto e o Estudo base No Medicine & Science in Sports & Exercise

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(km)< 2142> 42Total
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